O dilema existencial é sempre o mais perigoso de ultrapassar e andar muito tempo à volta da eterna dúvida do que surgiu primeiro, se o ovo se a galinha, está ao nível do tentar explicar o desarranjo de forma do programa do governo da república. O problema, como já se percebeu, não está na pontuação. Conclui-se, assim, desta fugaz abordagem ao tema do existencialismo humano, que não compensa nem o esforço nem a dedicação colocados em prol de uma empresa falida. É que mesmo abordando o tema numa vertente mais crítica, fazendo o paralelismo com o envelhecimento dos homens na casa dos quarenta anos, eu direi que é duro admitir que muitos se rendem à técnica do verter águas sentado, facto que comprova que pensar muito, quando houve sempre muito pouco em que valesse a pena perder tempo a pensar, é o maior, mais espapaçado e mal cheiroso cocó que podemos vir a fazer.
Ou seja, o mal não pode estar em terem pintado a Rua Nova do Carvalho de rosa choque. Aliás, para mim, olhando para o arruamento em questão, numa perspectiva isométrica, família das axonométricas ortogonais, ao contrário dos pregões, não consegui ver naquilo nada de apaneleirado. Há é por aí muito boa gente a tentar condicionar o pensamento lógico com tácticas de terrorismo xenófobo anti-heterossexual. Aquilo até pode fazer lembrar um Pé, da Olá, mas a isso eu chamo gulodice pré diabética, e daí a levar alguém a ter vontade de passar a ver o mundo ao contrário vai uma vida inteira. Um possível worst case scenario seria desatar a lamber a rua de uma ponta à outra e isso sim já seria sinal de alarme e uma ideia porca e nojenta.
Também, andarem aos tiros às portagens é coisa de pouco existencialismo. Especialmente porque o Natal dos Hospitais, este ano, brindou-nos, e de rajada, lá está, com as três gerações Carreira. Ora se é para fazer tiro ao alvo ao menos que escolham alvos em movimento. Sempre cria alguma dificuldade ao atirador, não? Digo eu, que não percebo nada de vinganças contra radares de velocidade e a primeira e única vez em que peguei numa pistola, verde, de plástico transparente, foi no já longínquo Carnaval de 69. Há esguichos de água que às curtas distâncias parecem bala real e olhem que elas não matam mas molham. Para falar a verdade já nem sei em que pensar. Mas o existencialismo e a pergunta não me saem da cabeça. Afinal de contas, qual é o nome do Pai Natal?
Ou seja, o mal não pode estar em terem pintado a Rua Nova do Carvalho de rosa choque. Aliás, para mim, olhando para o arruamento em questão, numa perspectiva isométrica, família das axonométricas ortogonais, ao contrário dos pregões, não consegui ver naquilo nada de apaneleirado. Há é por aí muito boa gente a tentar condicionar o pensamento lógico com tácticas de terrorismo xenófobo anti-heterossexual. Aquilo até pode fazer lembrar um Pé, da Olá, mas a isso eu chamo gulodice pré diabética, e daí a levar alguém a ter vontade de passar a ver o mundo ao contrário vai uma vida inteira. Um possível worst case scenario seria desatar a lamber a rua de uma ponta à outra e isso sim já seria sinal de alarme e uma ideia porca e nojenta.
Também, andarem aos tiros às portagens é coisa de pouco existencialismo. Especialmente porque o Natal dos Hospitais, este ano, brindou-nos, e de rajada, lá está, com as três gerações Carreira. Ora se é para fazer tiro ao alvo ao menos que escolham alvos em movimento. Sempre cria alguma dificuldade ao atirador, não? Digo eu, que não percebo nada de vinganças contra radares de velocidade e a primeira e única vez em que peguei numa pistola, verde, de plástico transparente, foi no já longínquo Carnaval de 69. Há esguichos de água que às curtas distâncias parecem bala real e olhem que elas não matam mas molham. Para falar a verdade já nem sei em que pensar. Mas o existencialismo e a pergunta não me saem da cabeça. Afinal de contas, qual é o nome do Pai Natal?
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