terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Visões de Natal (II)



E por fim, chegaram!


Calma, sei que não chegaram só agora, à hora a que escrevo. Sou distraído mas não tanto. Aliás, em alguns centros comerciais de Lisboa já cá estão desde o final de Outubro (???). E acreditem que foi difícil não reparar nelas.


Quer queiramos quer não as luzes de natal fascinam-nos. E a verdade é que não lhes conseguimos resistir. Ficamos embasbacados a olhar e a querer olhar; vezes e vezes sem conta.

Que interessa que sejam um atentado aos recursos energéticos? Que interessa quem paga a factura da electricidade? Que interessa que, especialmente a partir das 19:00, em Lisboa (exemplo), as ruas fiquem às moscas e ninguém repare se estão acesas ou não?


Nada! Nada disso interessa! Queremos as luzes de Natal! Eu quero as luzes de Natal!


O que acho escusado é, à boa maneira portuguesa, querermos sempre dizer que lá na nossa terrinha temos a maior árvore de natal da Europa, o maior pai natal do mundo, a lâmpada florescente mais brilhante do universo, a rena mais peluda da galáxia...

É isso que nos faz pequeninos.



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