
Podem até dizer-me que a rapariga é engraçada, que é gira, expressiva, atraente, fotogénica, que emana simpatia, que gera empatia, que provoca desejo, que prende o interesse, que faz mais pelos reformados do que a Segurança Social, que tem o dom da palavra, que distribui mais
pilim do que a Santa Casa da
Misericórdia, que maior mãos largas só mesmo o Pai Natal, que é um poço de energia, que transmite alegria, que com tanto paleio daqui a uns tempos é vê-la como candidata a uma
câmara municipal nas eleições
autárquicas, que naquele horário mil milhões de vezes a ela do que ao Nuno Graciano...
Mesmo assim, e apenas para agora não ter de começar para aqui a desmontar tanto elogio, o que, diga-se, atendendo ao programa em questão, até nem seria difícil, que alguém me faça esse simples favor...tirem-lhe as pilhas, please!
Parece que o tipo que se veste de coelhinho da Duracel já está em sérios riscos de ir parar ao desemprego, cair nas malhas da droga e tornar-se num sem abrigo...
3 comentários:
Devo andar mesmo taralhoca de todo. Mas quem é esta "gaija"? Diz-me lá por favor que agora fiquei curiosa para ver essa barra energética.
Reparei agora no teu livro de cabeceira. Karen Blixen (já li e adorei) fica aqui outro conselho: Sombras no Capim, dela também.
Quando decido deitar-me tarde passo pelo mesmo sentimento que tu. Um tanto ou quanto irritante a menina.
Deu-me um ímpeto de comentar, mas... acho melhor não! Vou só ter a reacção que se espera... a gargalhada!
E depois sou eu que tenho humor "acutilante", não é?
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