sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Trabalhar Para O Bronze!

Os escaldões (não as queimadas, nem os incêndios) podem muito bem ter-se tornado no objecto de culto mais valioso e desejado por estes dias. Democráticos quanto baste, os verdadeiros escaldões, apartidários à nascença, que não olham a tendências ou a modas, que não cedem nem a pressões camufladas nem a dicas indecorosas, que respondem a todas as perguntas e mais algumas, quando nascem, nascem para todos e não se deixam influenciar nem por extractos bancários, penteados, marcas de fato de banho nem, muito menos, pela cor dos chinelos.

Os escaldões (não as queimaduras, nem os esquentamentos), na moda e a ganhar raízes por essas praias fora, de manhã à noite, são o copo a mais na mistura de bebidas que nos põe tontos e nos faz vomitar no tal jantar em que até tínhamos de nos portar bem. Tiranos quanto baste, os verdadeiros escaldões não se deixam iludir pela cor da pele, ignoram a altura e o peso e, porventura, um dia destes, vamos vê-los por aí a fazerem parte de um catálogo de descontos de marcas de telemóveis, prontos a serem trocados por pontos acumulados, em senhas do IPO.

2 comentários:

Jade disse...

Eu cá dispenso escaldão e dispenso a senha para o IPO...não obstante ser branquinha e ter tanta pinta como um dalmata, uso e abuso do protector solar...:)

Nada disse...

Quem não quer o belo do escaldão? A bola de Berlim e o Frut'ó'chiclate já está fora de moda...
Adorei ^^

Boa semana*