
Pela força do hábito, um imbecil não se dá à oportunidade de agir de forma diferente. Ele age sempre da mesma maneira, duas e três vezes consecutivas, trabalhando árdua e consecutivamente para que, sem desprimor para com o resto dos seus amigos imbecis, consiga um dia ascender à categoria dos abestalhados. Ou seja, é burro, relincha e faz força. Imaginar um imbecil a tornar-se numa besta-quadrada é, portanto, uma imagem bonita que me faz lembrar o cheiro a lírios frescos, serigrafias de pombas brancas e o som de cantos de cisne.
De facto, um imbecil com tiques de besta-quadrada é coisa para estar ao nível dum coito interrompido involuntário. Como se um Tsunami pudesse ser o que nós quisessemos, sabendo de ante-mão que, no fim das contas feitas, não passa de uma birra da mãe natureza quando nos quer rebentar com as férias grandes. Já agora, se algum dia a idiotice der direito a expatriação para o planeta mais longínquo do Sistema Solar, havemos todos de concluir que, afinal, era a Zon que tinha razão. O que é foleiro hoje nunca foi flor que se cheire no passado, e estar aqui com birrinhas de menino ofendido é querer andar a dourar a pílula com laca ou banha de porco fora do prazo.
3 comentários:
Pelo que vejo por aí, a imbecilidade deve ser orgásmica.
anouc,
devia era ser hemorroidal:)
Suuuuuper blog!!!
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