
Ontem encomendei dois Baby Reborn cá para casa. O conceito é ultra chique, modernaço e lavadinho. Ter mas não ter. Abraçar a paternidade com ambos os dois braços em simultâneo e ao mesmo tempo. Privar-me de tudo e continuar a fazer as coisas como até aqui. Como não sou de cerimónias, nem parvo, pedi dois exemplares com os olhos cerrados. O objectivo é evitar as berrarias e continuar a ouvir música apenas quando tenho vontade, sem ficar à mercê da música dos outros. É claro que vêm os dois sem bracitos, pois assim, à partida, colados com significante nível de deficiência motora, o risco de virem a mexer nos livros ou a partir alguma coisa de valor é reduzido a um nível muito próximo do zero absoluto.
Tentei que um deles fosse inspirado na figura de Hitler quando era mais pequeno, mas explicaram-me que o bigode não faz parte da lista de combinações disponível, e que mandar fazer um assim à pressa, à medida e personalizado, levaria meses e ficaria bem mais caro. Ainda não sei ao certo mas acho que um vai chamar-se Tó e o outro vai ser qualquer coisa muito próxima e familiar de um Zé. Tó Zé ou Zé Tó, o que importa é que vêm a caminho e eu já ando a pintar as paredes do quarto. Podia haver alguém capaz de inventar uma mistura de cores bem mais alegre e bem-disposta, porém parece-me que o verdadeiro problema é já não haverem inventores como havia antigamente.
3 comentários:
Com este post e que me deixaste pelo beiçinho...que querido es em encomendar os baby reborn. Depois quando chegarem prometes que me deixas "brincar" com um deles? Pode ser o Ze To?
Realmente as coisas que se inventam e como e que tu "duro de roer" como es, te foste lembrar de uma coisa destas e que ainda e mais surpreendente.
PS:O que eu gostava de te ver com um baby reborn nos braços! ;)
Bjs!
Catarina,
tu não sabes, mas quando quero, até sou um coração de manteiga.
Bj
;) pois, fico-me pela imaginação ... como será um fantasma com um coração de manteiga...derretido? :P
Bjs
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