
Eu cá, pouco entendido na especialidade, digo que em matéria de feriados e tolerância de ponto, quantos mais melhor, que o Tiranossauros Rex também era o maior do continente dele, até ficar da cor do pó de tijolo para o resto da eternidade. Aqui, nesta matéria, o mal não está nos dias feriado. O problema está, isso sim, nos outros tantos dias do ano, supostamente de trabalho e em que, de uma forma mais ou menos rotineira, a malta finge que vai fazendo qualquer coisinha.
Aliás, pergunto: e o dia em que o D. Nuno Alvares Pereira estraçalhou os espanhóis, não é feriado porquê? E o dia em que o Sócrates se demitiu, não é feriado porquê? E o dia em que Portugal aderiu à UE, não é feriado porquê? E o dia em que o Eusébio faz anos, não é feriado porquê? E o dia em que o Vasco da Gama chegou à Índia, não é feriado porquê? … O nosso problema não está, efectivamente, no número de feriados. A questão passar por ganhar uma mentalidade assente em elevados níveis de produtividade. Aproveitar o tempo. Assassinar as reuniões em que nada se decide. Fazer e deixar fazer. Já agora, questiono: e o dia em que o Benfica joga, não é feriado porquê?
2 comentários:
este teu post fez-me lembrar a música do Carlos Paião! Viva o sto antónio, viva o s. joão, viva o 10 de junho e a restauração! (ainda bem que isto está escrito e que não me estás a ouvir cantar... rsrsrs!) :)
Cristal,
com a minha fraca capacidade criativa, dificilmente chegaria a tal analogia :)
Enviar um comentário