Mas outras vezes a paciência esgota-se e, nessas alturas, querer chamar cocó à merda é chato e - pior a emenda do que o soneto -, ridículo. Pois é então que aparecem os tipos como eu, os oportunistas que se entretêm a ser ridículos expondo o ridículo dos que perdem a noção do ridículo a fazer de ridículos na vida real. É aí que o caldo entorna, porque não há como nos lembrarmos das metáforas, das alegorias, dos estrangeirismos, dos floreados, e só o simples facto de se pensar numa manobra de evasão pode isso ser considerada uma alta traição à causa do escrever sobre o ser-se ridículo.
O Kapinha fez dói-dói! Acreditem, o Kapinha ficou com a boca de banda! A sério, o Kapinha levou na boca! Se preferirem: foram à boca ao Kapinha! É verdade, amassaram a fronha ao Kapinha! Não estou a brincar, espetaram um selo no Kapinha! Sim, o Kapinha levou na tromba!... Enfim, piada a sério era ir tudo direitinho para o FB. Pena é que ninguém consiga ser assim tão avassaladoramente ridículo.
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