
A bem da verdade desportiva devo dizer que, infelizmente, aquece-me muito pouco a vitória do Benfica, de ontem à noite, em Coimbra. Não que me deixe indiferente - o meu sangue é vermelho -, porém, dada a importância do encontro, ando a guardar-me para voos mais altos e bem mais gratificantes. Não posso, todavia, deixar de comentar aquele objecto abjecto e deprimente a que, com simpatia, todos se foram referindo como “A taça”. Eu só pergunto: mas de onde veio a ideia? De que sonho (ou pesadelo)? Qual a corrente de inspiração? Quais as referências?
Sim, onde estão os troféus cor de prata, tipo caneco, para a malta dar beijinhos, correr a volta de consagração e tirar fotografias em barda? Uma assim de traço simples e que exija tratamento cuidado com Duraglite. Ora chamar àquela coisa Taça é pior que acreditar que aquele pedaço preto pode ser o tal monólito extra-terrestre imaginado por Arthur C. Clark, algo que até não teria nada de mal, não fosse o contexto. Aquilo, nem o Kim Jong Il queria, em versão gigante, para ornamentar uma praça de Pyongyang.
6 comentários:
... terei que concordar. feia nas horas, coisinha horrorosa.
Eu também reparei naquele objecto escuro ... é caso para se dizer que já não se fazem taças como antigamente. ;)
Bjs!
Cristal,
ainda bem que concordas:)
Catarina,
devem ter confundido aquilo com um torneio de ténis!
:)pois, coisa rara já que sou do contra, certo?
Cristal,
tu, do contra??? nã!!!!
:)
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