
Sim, os contos de fadas existem e as historias de príncipes e de gatas borralheiras plebeias que, por mérito próprio, ascendem à realeza, também. Petrifico com os treinos, os ensaios em tempo real, o vestido do qual ninguém consegue adivinhar a cor, a análise aos gestos, aos olhares, aos sorrisos, e às respostas na ponta da língua às perguntas estúpidas. Ou seja, está tudo milimetricamente planeado, para que nada seja normal em dia de surrealidades.
Valham-nos as habituais revistas, tablóides e comentadores masculinos com voz de balão de hélio. Proféticos! A boda é amanhã e a palavra mais sonante já é a palavra traição. Ora que até nem é uma palavra pesada por aí além, se o tema de conversa for o pacto de não agressão entre o Luís Filipe Vieira e o Pinto da Costa. Tratando-se, neste caso, de um casamento em perspectiva, e ainda para mais de sangue azul, ficaremos à espera das cenas dos próximos capítulos que, a fiar nos prognósticos, poderão rapidamente deixar a fantasia da Walt Disney, tomar um pouco da inspiração de um Perry Mason Regressa, culminando num A Culpa é do Mordomo. A ver vamos.
2 comentários:
a culpa nestes casos é sempre do segurança!, não fosse ele homem para comer uma bela fartura em dia de casamento.
p,
agora que falas nisso, tenho é pena que não haja farturas aqui no inferno :(
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