Não são necessariamente precisos dois reinos para se jogar uma partida de xadrez. Bastam apenas dois lados, dois adversários, ainda para mais sabendo que, às vezes e para facilitar as coisas, até nem isso. É que são poucos, mas, de facto, há quem se aventure nesta batalha mental sozinho. De pensamento dividido em dois, com estratégias ardilosas e elaboradas lá se vão deliciando com os prazeres que o jogo dá, jogando, umas vezes de um lado outras vezes do outro. Apregoa-se há dias que morreu um príncipe. Pergunto, qual? Que príncipe? De que reino? Não é novidade nenhuma que nem a realeza resiste à ditadura da força da gravidade e que asas é coisa difícil de fazer crescer, mesmo em banho maria ou embebidas em sangue azul.
Portugal é uma republica e (o Brasil também), como tal, títulos não passam de símbolos. Na prática, não existem. Claro que dá jeito para vender papel. Especialmente agora que até a Walt Disney parece ter-se desinteressado dos contos de fadas. Daí que, "Dom", imagino apenas que seja pai de "Donuts" e, por inerência genealógica, avô de "Donnetes". Tudo o resto é fantasia. E da má.
4 comentários:
Dom...Perignon
(desculpa mas nao resisti_P)
Mas, mas... o meu sonho sempre foij ser princesa... ='(
Mas como aquelas da Disney... nada dessas princesas de agora que andam de mini saia, e têm 30 filhos, um de casa guarda-costas, e são anorécticas, e que já foram pivots de televisão e wtv...
Oh... =(
É incrível a quantidade de erros que se conseguem dar no mesmo coment. =)
Simplesmente incrível.
GG, não ligues. Sem stress:)
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