Na verdade, ainda assim e como sempre, também hoje não possuo qualquer assunto aprazível ou digno de registo, um que possa ser do vosso total interesse e capaz de vir a suscitar frenesim ou amena discussão, alvo de comentários nos próximos minutos, horas, dias ou semanas.
Acabo apenas de descobrir que o Infarmed, prestigiada instituição reguladora das drogas legais, fez saber ao público que andam por aí lotes de preservativos falsos. Ora à falta de coisa com maior e melhor sentido de profundidade, revelo apenas as últimas sobre o assunto em epígrafe:
Então, para que não se deixem enganar, aqui fica alguma informação generalista. Um preservativo falso é aquele que…
- É hiper-sensível ao hélio, tem várias cores e vende-se nas feiras, nas bancas de algodão doce.
- As companhias aéreas low-cost oferecem aos clientes como recipiente de vómito.
- É amarelo ou cor-de-rosa, pode ser usado por cinco vezes e dá imenso jeito quando se quer preservar o verniz das unhas e reduzir a conta da electricidade, amiga da máquina de lavar loiça.
- Cheira a salpicão, farinheira, morcela ou outros arraçados.
- Não diz a letras negras garrafais “O Preservativo Mata” mas esconde no fundo da embalagem uma pequena inscrição a dizer “Made in Vatican”.


