terça-feira, 11 de maio de 2010

Ainda Sobre O Mesmo Assunto!

Clarifico que o objectivo do título deste post não é o de vos baralhar ou muito menos o de vos obrigar a irem vasculhar as mais recônditas memórias deste blog, espalhadas pelos meses anteriores. Sei perfeitamente que há por aí quem nos seus blogs gosta de fazer aquilo a que chamo “enrolar o croquete”, versão melhorada de um “fazer render o peixe”, técnica apreciada pelos fervorosos adeptos das telenovelas mexicanas e vício predilecto de quem se rege pelo lema de vida “não fodo, nem deixo foder”. Todavia, para vosso completo descanso, revelo que não agirei com tal comportamento biltre e repulsivo.

Na verdade, ainda assim e como sempre, também hoje não possuo qualquer assunto aprazível ou digno de registo, um que possa ser do vosso total interesse e capaz de vir a suscitar frenesim ou amena discussão, alvo de comentários nos próximos minutos, horas, dias ou semanas.

Acabo apenas de descobrir que o Infarmed, prestigiada instituição reguladora das drogas legais, fez saber ao público que andam por aí lotes de preservativos falsos. Ora à falta de coisa com maior e melhor sentido de profundidade, revelo apenas as últimas sobre o assunto em epígrafe:

Então, para que não se deixem enganar, aqui fica alguma informação generalista. Um preservativo falso é aquele que…

- É hiper-sensível ao hélio, tem várias cores e vende-se nas feiras, nas bancas de algodão doce.
- As companhias aéreas low-cost oferecem aos clientes como recipiente de vómito.
- É amarelo ou cor-de-rosa, pode ser usado por cinco vezes e dá imenso jeito quando se quer preservar o verniz das unhas e reduzir a conta da electricidade, amiga da máquina de lavar loiça.
- Cheira a salpicão, farinheira, morcela ou outros arraçados.
- Não diz a letras negras garrafais “O Preservativo Mata” mas esconde no fundo da embalagem uma pequena inscrição a dizer “Made in Vatican”.

domingo, 9 de maio de 2010

CAMPEÕES!


sábado, 8 de maio de 2010

Glória A Deus Nas Alturas!

Aguardamos empolgados a chegada do Sr. de Branco. Um dia que tão bem sabemos será uma excitação, e histeria também. Vamos ter caças e fragatas e mísseis e atiradores especiais. Tudo para zelar pela segurança do Sr. de Branco. Mas para quê tanto alarido quando quem aqui está em causa, o Sr. de Branco, tem toda uma armada de protecção divina à sua volta? Ou será que não tem? Teremos ainda estradas cortadas e transportes públicos condicionados. Mas eu cá lembro o que aconteceu ao Sr. Berlusconi. Porque “um das caldas” bem atirado, com a devida pontaria, pode muito bem ser três vezes mais letal que uma qualquer replica da catedral de Milão.

Apesar dos milhões de prejuízo o país vai andar a meio gás nos próximos dias. Ele vão ser tolerâncias de ponto como der mais jeito, feriados a gosto e dispensas à grande e à francesa. O que vai ser útil a muita gente. Para meditar, para rezar, para pensar na sua própria fé. Não? Interrogo-me como vamos conseguir emprestar tantos milhões à Grécia, com esta imensa onda activa de produtividade nacional. Ou se calhar já pedimos emprestado e eu é que ainda não sei. E oferecer o emprestado está na moda nos dias que correm.

Mas pronto, apesar de tudo, venham de lá esses ossos, Sr de Branco. É que como diz a música, quem sabe se não nos encontraremos lá pela Cova da Iria, ou por uma outra esquina qualquer nas redondezas.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

No Aproveitar É Que Está O Ganho!

Sei que sou daqueles perfeitos idiotas que nunca, por mais que o quisesse fazer, conseguiria escrever palavra que fosse sobre o Amor. Não sei explicar a razão, apenas sei que, aqui por dentro, os processos atrapalham-se e as solucões resultam sempre confusas e desordenadas quando tento escrever sobre isso de que tanta gente fala, e que continuamente me tem vindo a passar ao lado.

Gostava de saber escolher as palavras certas. Arranjar a combinação perfeita capaz de gerar a mais bela das emoções. Pensar no assunto e pronto, de uma assentada, de forma inata, como um instinto, dar vida a um conjunto de ideias claras e arrebatadoras. Mas talvez eu seja apenas mais um tipo que vagueia sem perceber a profundidade das relações amorosas. Simplesmente incapaz de perceber a sua importância ou sequer entender o significado que podem ter na vida das pessoas.

Talvez um dia consiga escrever uma dessas belas e fabulosas histórias repletas de romantismo. Daquelas em que a idade é apenas uma estrela no universo, onde a beleza nada mais é do que uma percepção, em que não há interesses escondidos, agendas privadas, segundas intenções. Mas estou cego, empedernido, insensível, abstraído, desligado, ausente. Por agora, vejo-me chegado a um beco sem saída, onde o mais inspirado a que consigo chegar resume-se a um empírico e popularucho...o amor é lindo.