Uma coisa é dizer que foi distracção mas outra, totalmente diferente, é fazer da aselhice uma forma natural de estar na vida. Mesmo assim, se calhar, o mais grave até nem é ser aselha pois, o mais correcto, será falar de irresponsabilidade que essa sim, bem pior que a aselhice, é uma desconexão social que pode até não fazer tanto mal à camada do ozono quanto um desodorizante fatela mas, sem dúvida, que também nunca há-de ser água de malvas nem Channel Nº5.Pode não parecer mas os parques subterrâneos/garagens, de uma maneira geral, são locais "perigosos". É importante conduzir com atenção, jogar na antecipação e pôr em prática aquela coisa da condução defensiva. O espaço é apertado e as manobras exigem um pouco mais de perícia e nada aconselha fazer disso uma corrida de fórmula 1.
Ver e ser visto é, pois, fundamental. Põem-me os cabelos em pé os amáveis condutores que ainda não descobriram que as luzes do seu auto não servem apenas para a noite escura como breu ao ar livre e que, aliás, é de todo aconselhável que nesses parques/garagens façam, igualmente, uso dos respectivos lampiões. Eu, pelo menos, agradeço.
2 comentários:
As luzes eu até acendo mas as setas no chão que pelos vistos servem para dar a volta turística ao parque dos centro comerciais, confesso que me faço de loira e upss: " Não reparei" e avanço. Bad girl!!! :(
As luzes também servem para avisar os outro condutores da existência de radares ou brigadas da GNR por perto.
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