Há tipos assim, uns felizardos!
Ninguém escolhe o dia em que nasce. E muito menos se escolhe o dia em que se morre (de forma natural, entenda-se).
Hoje, faleceu o dramaturgo britânico, Prémio Nobel da Literatura em 2005, Harold Pinter. Junta-se, pois, a uma restrita casta de notáveis falecidos neste dia de tão carregado simbolismo; Charles Chaplin (1977), Joan Miró (1983), Monica Dickens (1992), Dean Martin (1995), James Brown (2006) - e, claro, a um incontável número de cidadãos anónimos que por todo o mundo não chegaram ao fim do respectivo dia de Natal.
Morrer a 25 de Dezembro não é para todos. É tão poético que parece até que não se morre.
