O aniversário dos 40 anos da chegada do Homem à Lua foi celebrado com pompa e circunstância. A devida, diga-se. Uma vez mais, o feito extraordinário de Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins foi lembrado e assinalado de lés a lés. E todos ficámos nostálgicos e fascinados.Mas senão quando, via telejornal, fiquei a saber, também, que os remates finais da famosa bandeira cravada em solo lunar foi obra de uma bordadeira portuguesa.
No fundo, sempre acreditei que aquele marco da história da humanidade tinha de ter ali um dedinho português. Aliás, como poderia ser de outra forma? Então, enchi o peito de ar e pensei, boa! E passados cinco minutos, "os chapéus usados no mais recente filme com Johnny Depp foram feitos em Portugal". Bingo! Que bem que sabe acabar assim o dia, até se dorme melhor... Isto sim são notícias agradáveis e deveras relevantes...
Uau! Ou melhor, duas vezes uau! Somos mesmo bons. O que seria deste planeta azul sem nós? Espero é que nunca ninguém se lembre de abrir o telejornal com exemplos das mais obscuras e sinistras marcas da Portugalidade. Aquelas que ninguém quer contar...ou saber.
1. O estilo do bigode de Adolf Hitler foi-lhe aconselhado pelo seu barbeiro, português, Felizmino Crespim.
2. As sandálias usadas pelo Bin Laden são de fabrico nacional, feitas numa empresa do Vale do Ave.
3. O Berlusconi tem um apartamento na Conde Redondo.
4. A operadora que recebeu a chamada de pedido de socorro de casa do Michael Jackson é uma emigrante portuguesa nos EUA, à pergunta de "what should I do now?", respondeu, "give him a leth(g)al injection..."
5. 90% do Urânio da Bomba Atómica de Hiroshima era proveniente de minas portuguesas.
6. ....
PS: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com pessoas ou factos reais é pura coincidência.