Vi há pouco num jornalito, num daqueles por onde se passa os olhos muito na diagonal e que não vale mesmo a pena comprar, que a Maya, essa conhecidérrima celebridade do nosso burgo, andou numa de Nip/Tuck. terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Fresca, Bela e Doce Maya! Ou a importância da Primeira Vez!
Vi há pouco num jornalito, num daqueles por onde se passa os olhos muito na diagonal e que não vale mesmo a pena comprar, que a Maya, essa conhecidérrima celebridade do nosso burgo, andou numa de Nip/Tuck. segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Sol na Eira e Chuva no Nabal!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Tirem-lhe as pilhas....Please!
Podem até dizer-me que a rapariga é engraçada, que é gira, expressiva, atraente, fotogénica, que emana simpatia, que gera empatia, que provoca desejo, que prende o interesse, que faz mais pelos reformados do que a Segurança Social, que tem o dom da palavra, que distribui mais pilim do que a Santa Casa da Misericórdia, que maior mãos largas só mesmo o Pai Natal, que é um poço de energia, que transmite alegria, que com tanto paleio daqui a uns tempos é vê-la como candidata a uma câmara municipal nas eleições autárquicas, que naquele horário mil milhões de vezes a ela do que ao Nuno Graciano...terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Já ninguém brinca aos Cowboys!
Aviso já que este não é um post nostálgico.Apesar de chover lá fora, e não há dúvida de que é a combinação perfeita para umas quantas frases melancólicas, prometo que não me vou deixar embrenhar pela nostalgia.
Quanto muito, vá, e máximo a que este post pode ambicionar, é, sub-reptíciamente, ser uma humilde homenagem a uma lenda viva da Sétima Arte.
Diz-se que os miúdos já não brincam na rua, que passam o tempo enfiados em casa com as playstation e outras geringonças parecidas.
Diz-se que os miúdos não fazem exercício físico, que estão a ficar balofos e obesos, tudo porque não querem largar o joystick da playstation.
Diz-se que os miúdos se constipam com facilidade, pois passam tanto tempo em casa agarrados à playstation que de cada vez que apanham uma corrente de ar fresca aquilo é tiro-e-queda.
Diz-se que os miúdos já não jogam à "Apanhada", à "Mosca", às "Escondidas", ao "Bate Pé", ao "Elástico", ao "Espeta", ao "Guélas", tudo por culpa dos jogos da playstation.
Não tenho, e nada me move contra a playstation.
Mas dá-me pena de constatar que por essas ruas já não há quem brinque aos cowboys...
Xô nostalgia, xô...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Um Sinal dos Tempos!
Apesar de ser fã incondicional dos X-Files, do Millenium, do Profiler e de todos os "rabiscos" do Stephen King, sempre tive um daqueles medos de pelar dos fenómenos paranormais.Já que me deu hoje para escrever sobre o assunto ou, pelo menos, puxar por ele (vai ser mais isso), antes falar a verdade e sem vergonha do que me estar para aqui a armar em valentão, a dizer que prefiro ir a um exorcismo do que a um concerto do Tony Carreira....Bem, se tivesse cinco minutinhos para pensar no assunto...
Se voltássemos aos anos 80, aqueles tipos que gostavam de enfiar uns raios eléctricos pelo rabiosque acima de todo o fantasma que por aí aparecesse estavam bem tramados. Qual GhostBusters qual quê! Fantasmas? Assombrações? Almas penadas? Bruxaria? Mau olhado? Espiritismo? Feitiçaria? 666?...
Meus amigos, vamos mas é a acordar. Isso já foi chão que deu uvas. Não se esqueçam que o que está a dar é a Crise.
Vejam a TV Record (daí a importância do zapping, ou seja, possibilitar que possamos assistir a canais de qualidade), e descubram como todas essas igrejas "alternativas" vão mantendo bem vivo o seu "core business".
Pelos vistos, agora, o que por lá se dá é aconselhamento financeiro. Aquela coisa da Fé para afastar o mau olhado, isso já passou de moda. Pois, agora, tal qual Independente, ensina-se a formula mágica de todos os problemas. Pelo que me apercebi tudo passa por transformar o "zé povinho" em Patrão. Toma lá umas lambuzadelas de Empreendorismo, uns conceitos de Liderança, de Dinâmica de Grupos e está feito. Exactamente! Simples, não acham?
A malta vai ali a uma reunião, larga umas "biscas" valentes porque o expert também tem filhos para criar, e passado "quinze dias" abre a sua própria empresa. Lá está, o segredo é uma pessoa passar a ser Patrão.
"Então e agora?", perguntava o pastor.
"Ai agora está tudo bem, agora sou Patrão"
Tenham juízo e, mal por mal, rezem mas é umas Avé Marias!
domingo, 18 de janeiro de 2009
O Zapping...!!!

sábado, 17 de janeiro de 2009
Atravessa e dir-te-ei quem és...!
Por norma, não costumo pisar no acelerador como se estivesse a calçar sapatos de duas toneladas, gosto de ouvir o som do "click" dos "piscas" sempre que mudo de faixa de rodagem e, entre outras coisas que abomino absolutamente, nunca estaciono em segunda fila à frente da Livraria Barata, na Avenida de Roma; até porque gosto de andar a pé, e prefiro deixar o carro ali por perto do cinema King, e ir por ali abaixo a exercitar os ventrículos.Gosto de observar, sentado ao volante do carro, as diferentes atitudes dos peões aos quais cedo passagem sempre que me aproximo dessa nobre imposição do Código da Estrada. E dá para rir, para ficar sem paciência, para ficar irritado, para ficar desesperado...
1. Putos Rufias - Atravessam devagar, e depois de olharem para nós com cara de mau atravessam ainda mais devagar. Se for no bairro onde moram, então, cospem para o chão.
2. Mães dos putos rufias - Atravessam, geralmente, a empurrar o carrinho de bebé da filha adolescente. Raramente reparam se vem algum carro, simplesmente atravessam o carrinho na estrada e avançam. Estão mais preocupadas em chamar nomes à filha.
3. Velhotes - Atravessam em passo de caracol, a maioria das vezes a olhar para o chão. (Deve ser para acentuar a marreca)
4. Velhotes inválidos de canadianas - Atravessam a 5 metros da passadeira. São tão supersticiosos que acreditam que tocar com a canadiana na risca branca dá azar.
5. Auto intitulados membros do "Jet7" - Levantam um sobrolho e olham para a marca do carro que se vem a aproximar. Não dão hipótese de distracção a pelintras a conduzir carros de menos de 35.000€.
6. Adolescentes femininas - Param no meio da passadeira para enviar sms.
7. Adolescentes masculinos - Param no meio da passadeira para se armarem em "CR7".
8. Homens em "Midlifecrisis" - Abrandam a passada na passadeira para ver se o condutor do veículo é uma loira na casa dos 30.
9. Senhoras da limpeza - Não pisam as riscas brancas para não sujar.
10 Parvos como eu - Esperam que o carro pare, passam rápido ou chegam mesmo a dar uma corridinha em estilo idiota, agradecem ao condutor com um aceno ligeiro e dizem obrigado.
11. ...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Quantum Leap?
Por esta altura, se há coisa que sinto é uma sensação estranha de que estou a chegar ao fundo de alguma coisa. Pois, eu sei, é muito estranho. E ando assim desde o início de Dezembro, sem fazer a mínima ideia da razão, e ávido de encontrar uma explicação lógica que justifique este desarranjo mental.
Parece que sinto o peso de alguma coisa em cima de mim. Montes de coisas. Tralha e mais tralha. E como se este peso nas costas não fosse já suficientemente cansativo, é quase como se estivesse no "Pulo do Lobo", perto de Mértola, e ainda tivesse de arranjar forças para saltar para o lado de lá, sem cair à água...(mas para onde?)
Conforta-me, todavia, o facto de saber que isto não é novidade nenhuma. Que todos os anos é igual. Para mais, parece-me que daqui a bem pouco voltarei a ficar no topo de outra coisa qualquer, mesmo que, também, não saiba bem o que isso é. No topo e do outro lado (o que quer dizer que consegui saltar, sem cair à água).
O tempo...essa ideia abstracta que o Homem teve de objectivar e de controlar a todo o custo (como tudo o resto, diga-se). É, isto de se terem inventado números, e de se terem inventado segundos, e minutos, e horas, e dias, e semanas, e meses, e anos, e séculos tem muito que se lhe diga.
E depois inventou-se o champanhe, transformaram-se uvas em passas, construiram-se os hotéis de luxo...
Será que amanhã isto vai estar assim tão diferente?
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
OS SALDOS!
Não dou o alerta porque, obviamente, não há alminha nenhuma que ainda não tenha reparado que os Saldos andam aí.
Antes que a coisa se esfume, e perca o interesse, aí vão dez coisas, em resumo, que me chateiam na época dos Saldos:
1. Constatar que fui "roubado" nas compras que fiz antes de os saldos começarem.
2. Ficar parado no trânsito dentro de uma garagem.
3. Ser atropelado por velhotas de olhar furioso que não olham a meios para pagarem primeiro.
4. Olharem para mim como se eu fosse um inimigo a abater, no meio de uma guerra.
5. Constatar que aquele tal artigo que tanto quero não está em saldo.
6. Ser acotovelado de dois em dois metros.
7. Ser pisado de metro a metro.
8. Sentir-me tentado a acreditar que os saldos fazem esquecer os problemas.
9. Ficar com aquela sensação que estou rodeado de "Zombies" sempre que entro numa loja.
10. Ficar com aquela sensação que eu próprio estou num estado "Zombie".
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Morrer a 25 de Dezembro!
Ninguém escolhe o dia em que nasce. E muito menos se escolhe o dia em que se morre (de forma natural, entenda-se).
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Vira o disco e toca o mesmo!
Não são novidade por esta altura do ano!
Ele são Best Of, Antologias, The Singles, B-Sides and Raraties, Greatest Hits, The Hits... enfim, tudo aquilo que já conhecemos mas onde, irracionalmente, podemos sempre vir a gastar mais alguns euros.
Considero que este tipo de produto é um desencaminhamento deliberado das editoras ao nosso equilíbrio orçamental. Um enlatado para os desatentos. Uma tentação para os incondicionais. Uma saída fácil para uma prenda comprada no dia 24, a caminho do jantar da consoada.
Por norma não me deixo tentar. Resisto! Especialmente quando possuo a integra dos trabalhos que originaram tal compilação. Ainda assim, não lhes sou, totalmente, imune. Sei disso, porque, também eu já cedi.
Ponto de honra é mesmo resistir à tentação sendo um incondicional. Por outro lado, se andei desatento não há nada a fazer. E aí, então, admito-o!
Vamos ver como será este ano antes de ir para a consoada...é que às vezes sinto-me mesmo um fraco...
(o exemplo acima apresentado até é daqueles que, mesmo sendo um incondicional, me apetece fraquejar de forma deliberada)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Ouvir sem desistir!
domingo, 21 de dezembro de 2008
Blood Red Shoes!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Chuck Wallberg (IV)
O raiar da aurora voltou a marcar o nascer de um novo dia. O reboliço. A confusão...A rotina. Voltou a ouvir-se conversar nas esquinas. Voltaram os sorrisos, a simpatia. As pessoas voltaram a ser pessoas.
Esperança. Sim, esperança. A palavra que define o estado de espírito de uma geração que levou anos a viver em permanente agonia. Em constante sobressalto. Sonhos? Tiveram-nos como qualquer geração. E ideais, sim. Utopias, óbvio. Especialmente utopias. Quem as não tem? Acredita-se que, no fim da linha, se pode. Tudo se pode. Tudo é possível. Até mesmo renascer das cinzas. Fazer o possível e o impossível para voltar a respirar o ar puro. Caminhar pelo túnel dentro em direcção ao clarão que ofusca e fere os olhos. No fim da linha acredita-se. Acredita-se que a luz está lá. Mas qualquer coisa mais. Porque é isso que se deseja sempre. Algo mais. E tinham conseguido.
E aquela rua nunca estivera tão serena, tão perfeita, tão limpa, tão simetricamente ordenada, tão milimetricamente espaçada de jardim a jardim, de porta a porta. A mesma rua que Chuck encontrou, vinte anos depois. A mesma rua de onde partira sem qualquer tipo de remorso. Pareceu-lhe outra mas, no intimo, sabia que tinha sido ali que, à sua maneira, se tinha tornado homem .
Continuou, rua abaixo, sem fazer qualquer esforço para reprimir aquela avalanche de energia que se lhe apoderava da mente. Sabia ao que vinha. Inundou os pulmões com o fumo de uma última baforada do seu cigarro e sem qualquer tipo de preocupação largou no chão uma pequena mortalha ainda incandescente. A nuvem de fumo voou ao sabor da aragem, suave e constante. O cheiro do tabaco estava agora à entrada de todas as portas do bairro, pronta a entrar...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Valerá a pena ter Fé?
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Chuck Wallberg (III)
Descobriram os corpos num sábado de manhã. Por acaso. Era raro alguém passar ali, tão perto da porta. Aconteceu nesse dia, por acaso. A princípio foi um choque. Quem haveria de acreditar que pudessem haver crianças assim. E que outra hipótese mais haveria a considerar? Demónios, disseram muitos. Encarnações do próprio Diabo.
Foi um trauma para quem entrou na casa. Uma imagem que nenhum deles jamais iria esquecer. Conseguiriam ainda dormir a partir daquele momento? Diz-se que os corpos estavam sentados à mesa. Mas a visão era mais penosa do que isso. Por que raio haveria ele de os ter decapitado? E onde foi ele buscar coragem para fazer tal monstruosidade?
Chovia copiosamente quando retiraram os corpos de casa e os "arrumaram" nas traseiras de uma carripana a cair de podre. Está um caos este mundo, alguém disse, no meio da multidão que já dispersava. Um caos, sem dúvida, concordou a voz doce, terna e cristalina de uma criança que por ali se encontrava a brincar com uma bola de borracha vermelha. Mas não tão cristalina quanto o olhar, que brilhava, como sempre...
sábado, 6 de dezembro de 2008
Livros - ADAPTAÇÕES - Filmes

A abordagem é simples e intuitiva. Fácil. Como convém.
Os livros e os filmes fazem-se de histórias. Umas reais, outras nem tanto. Mas que sejam boas, de preferência!Ao longo destes primeiros anos tenho lido e visto umas quantas. Conto ler e ver muitas mais. Haja tempo para tal. E já agora, saúde, também (cliché, eu sei) !
Uma boa história faz-me bem. Seja ela lida num livro ou vista no cinema. Tanto me faz. Por via das dúvidas, prefiro as duas maneiras. É no aproveitar que está o ganho.Fico na expectativa quando surgem adaptações de livros ao cinema. Não são fáceis! Acredito!Mas já tive boas surpresas. E já tive algumas desilusões. Normal!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Fraquezas de Natal!
Como todos e cada um de nós, também eu tenho as minhas fraquezas.
Sim, a carne é fraca e claro, a mente está ávida de novos prazeres.
Eis a minha tentação do momento, substituir o meu actual Toshiba por um "mano" mais modernaço com igual pedigree.
Por favor, não me falem em crise que fico envergonhado...












